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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Lei de cotas





É notório que o sistema de cotas que empregam pessoas com deficiências no mercado de trabalho não é cumprida pelos empregadores na sua totalidade. Há informações que a maioria dos empresários só empregam pessoas com deficiências leves e com qualificação profissional. A maioria dos cadeirantes, os com déficit intelectual, cegos e surdos são rejeitados. 

Quando as cotas não são preenchidas alega-se que não há candidatos disponíveis; um verdadeiro “jogo de empurra” que as autoridades competentes “engolem”. Existem ONGs que capacitam essas pessoas, mas na hora de empregá-las sempre são escolhidas as que têm melhores condições motoras.


A reportagem completa você lê AQUI

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Vitória histórica


80% da Conferência das Pessoas com Deficiência apoiam Escolas Bilíngues para Surdos e 70% reprovam política de inclusão conservadora da Secadi.

Veja AQUI a reportagem completa

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Teatro


Em Jundiaí um grupo de surdos leva para os palcos a Língua Brasileira de Sinais.

Veja AQUI

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

A escola inclusiva



Um terço dos municípios brasileiros não tem sequer uma escola apta a receber pessoas com deficiência em sua rede própria de ensino. A constatação é pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) junto à administração dos 5.565 municípios brasileiros.

Apesar de alto, o percentual de 33,6% representa um avanço em relação a 2009, quando quase metade (47,2%) das redes municipais de educação não tinham escolas preparadas para receber essa parcela da população, seja por conta da estrutura física inadequada ou pela falta de recursos pedagógicos específicos e professores habilitados.

De acordo com o IBGE, a situação é mais grave na região Norte, onde em 2011 50,8% das prefeituras não tinham nem mesmo uma escola com essas características na rede municipal. O cenário era melhor na região Sul, onde apenas 28,5% dos municípios enfrentavam o mesmo problema.

A pesquisa também mostrou que a situação varia de acordo com o tamanho da população. No caso das cidades com mais de 500 mil habitantes, todas dizem ter pelo menos uma escola adaptada. Ao mesmo tempo, apenas 48,6% das cidades com até cinco mil habitantes estão nessa situação.

O acesso de pessoas com deficiência à educação é um direito garantido pela Constituição Federal de 1988.

domingo, 11 de novembro de 2012

Deficiência auditiva


Em 10 anos, a quantidade de pessoas que apresentam algum problema auditivo aumentou em 50,44% na Paraíba. O total saltou de 152.977 em 2000 para 230.140 em 2010, segundo dados do Censo Demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números confirmam uma preocupação antiga dos especialistas. Eles advertem que a poluição sonora está causando sérios danos auditivos à população.

De acordo com o IBGE, dos 230.140 habitantes da Paraíba que possuem algum problema para ouvir, 181.762 enfrentam uma pequena dificuldade para escutar; outros 41.908 têm muita dificuldade para entender os sons e outros 6.470 são completamente surdos. As mulheres são as mais atingidas. Elas somam 115.961 do total de moradores que sofrem alguma dificuldade para escutar. Já os homens representam 114.179 indivíduos.

Apesar das faixas etárias mais atingidas serem as que ultrapassaram os 30 anos, a incidência é grande entre crianças e adolescentes. Dos 6.470 habitantes que são totalmente surdos, há 1.044 com idades abaixo de 14 anos. Entre aqueles que enfrentam grande dificuldade para ouvir, há 1.954 nessa faixa etária. Já entre os que têm alguma dificuldade para ouvir, os menores de 14 anos correspondem a 11.952 pessoas.

Para o presidente da Sociedade Paraibana de Otorrinalaringologia, Erich Cristiano Madruga de Melo, a incidência de problemas auditivos entre crianças e adolescentes é alta porque essa faixa etária da população está mais exposta ao excesso de ruídos. Ele conta que a situação está se agravando com a chegada de aparelhos eletroeletrônicos, que emitem sons.

“É muito comum entre os jovens o uso de aparelhos de música, que é ouvida com ajuda de fones de ouvido e em volume alto.

Muitos desses equipamentos não indicam a intensidade do som e o usuário acaba se expondo por muito tempo a um excesso de ruído prejudicial à saúde”, disse o especialista.

O médico acrescenta que o excesso de barulho provoca a morte de células consideradas vitais para a audição. Ele explica que não há meio de reverter esse quadro. “Quando a célula morre, o dano já foi causado e não há como recuperar mais isso. O que se pode fazer é reduzir a exposição ao ruído. Só assim é possível interromper o processo prejudicial e impedir que novas células morram”, detalha.

Os danos aparecem com o passar do tempo e se agravam ainda mais quando a pessoa chega à velhice. Não existe medicação e há apenas uma cirurgia que pode reverter o quadro de surdez, mesmo assim, o procedimento só é indicado em casos extremos. “Em casos de problemas de surdez de pequena ou média gravidade, a pessoa precisa usar aparelhos auditivos pelo resto da vida. Assim como ocorre com os óculos”, acrescentou o médico.

Os zumbidos no ouvido são os primeiros sinais de que algo está errado com a audição. Segundo a fonoaudióloga e professora da Universidade Federal da Paraíba Marine da Rosa, a perda da audição é progressiva e os zumbidos já indicam que o ouvido foi danificado. “Antes, a nossa preocupação era apenas com os trabalhadores de ambientes ruidosos, agora, nossa atenção é com as pessoas que se expõem a sons muito altos, durante as atividades de lazer, como aqueles frequentadores de casas de shows”, observa.

“A nossa recomendação é que as pessoas se conscientizem e adotem cuidados para evitar os danos do excesso do ruído. Não ficar muito tempo em ambientes barulhentos e usar protetores auriculares que filtram suavemente o barulho são algumas medidas que podem prevenir esses problemas”, acrescenta.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

ENEM

A Rede Minas lança um novo programa com o objetivo de complementar a preparação dos estudantes para o Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM.

O Plantão Enem Libras vai ser exibido de segunda a sábado até o dia 02 de novembro, no horário das 6h30 às 7h30.

Os programas, traduzidos para Libras, poderão ser acessados no site do Plantão Enem (plantaoenem.com.br), YouTube (youtube.com/plantaoenem) e Facebook (facebook.com/plantaoenem).

terça-feira, 3 de julho de 2012

Nova marca



A UFMG desenvolveu uma marca para identificar eventos e programas oferecidos na Língua Brasileira de Sinais.

O projeto nasceu da necessidade de identificar os eventos que ofereciam acessibilidade em Libras e a ocorrência de tradução e interpretação em língua de sinais.

O símbolo proposto pela UFMG informa que o evento é transmitido em Libras por um surdo ou por ouvinte não surdo, fluente nessa língua – caso, por exemplo, do tradutor e intérprete para o português.

A marca está disponível para download gratuito, junto com o manual de uso, no Portal UFMG: www.ufmg.br/marca/libras.

Mais informações podem ser obtidas em  cedecom.libras@gmail.com.

domingo, 1 de julho de 2012

Dia da Libras



Foi aprovado pelo Congresso Nacional o projeto de lei nº 6.428 que institui o Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais - Libras.

O Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais será comemorado no dia 24 de Abril e nesta data as entidades públicas e privadas devem realizar eventos com a finalidade de valorizar a conquista da liberdade de expressão gesto-visual das pessoas surdas.